Olhou daquela vez como se fosse a última.
E olhou com olhar de desejo,
assim também foi olhado.
Frutos do mesmo rebento,
mas qual?
Não consultaram livros sagrados,
nem tratados, nem constituição.
Apenas foram e fizeram.
Walmor Chagas F. Oliveira

Poema que em poucas palavar o autor fala sobre um ato que seria banalizado pelas questões morais e religiosas de uma sociedade.
ResponderExcluirOtimo poema em que o autor soube escolher as palavras, que inclusive me faz lembrar de uma canção de Chico.
como eu gostaria de escrever dessa maneira, viu
ResponderExcluirDieggo e Bruna, valeu pelos comentários! :)
ResponderExcluirComeram feijão com arroz no mesmo prato e, por isso mataram a sede do desejo feito unha e carne.
ResponderExcluirVc sai do convencional, põe pra fora como um "parto", uma maiêutica que precisa termniar, e revela um pouco da sua estranhice, da verdade desnuda que mora no seu Walmor e não se importa em ser avesso ao que tudo circula por ai...
ResponderExcluirmuito tocante walmor, isso abre pensamentos e enche as pessoas de sentimentos que é o que está faltando nesse "mundinho prepotente"
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